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Marcelo Bromberg, diretor de Tributos da KPMG |
Controles insuficientes e desconhecimento quanto a créditos previstos por tributos são os motivos que levam algumas empresas pagarem a mais taxas do que poderiam, afirma o diretor de Tributos da KPMG, Marcelo Bromberg, presente à reunião do comitê de Legislação da Amcham-
Curitiba na terça-feira (30/06).
“Por essas diferentes formas, empresas podem ter créditos a receber, o que é uma boa oportunidade. Cada caso deve ser observado”, ressalta Bromberg.
Muitos pedidos de compensação continuam não sendo feitos, em boa parte em função do excesso de detalhes da legislação. “Este quadro evoluiu muito. Antes era apenas um artigo e com andamento simples. Hoje há uma sessão normativa com mais de cem artigos e que acabou tornando-se praticamente um regulamento da compensação”, explica Ester Santana, gerente de Tributos também da KPMG.
Segundo os dois consultores, casos propícios à recuperação costumam ser observados em empresas exportadoras, que geralmente contam com desoneração de alguns tributos. Eles recomendam atenção também à Contribuição para o Programa de Integração Social (PIS) e à Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins), que compreendem muitos créditos para a compra de insumos.