![]() Quinta, 02 de setembro de 2010 - 11:27 |
|
|
|
|
|
EVENTOS
|
Maior desafio de RH em 2010 é reter talentos 18/03/2010
“A guerra por talentos é uma realidade cada vez mais forte, marcada por competição por profissionais, ‘dança das cadeiras’ dos executivos e debates relacionados à ética nesse processo”, disse Leyla Nascimento, presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, na Rodada de Tendências & Negócios de Recursos Humanos promovida pela Amcham-São Paulo nesta quinta-feira (18/03). As receitas para manter os melhores funcionários são muitas. Segundo Leyla, o segredo está fundamentalmente na relação dos profissionais com seus líderes. Ela conta que, se no momento da contratação o que mais pesa são fatores ligados à organização (salário, benefícios e reputação) e ao próprio trabalho (atividades com potencial para complementar o plano de carreira), na hora do desligamento as justificativas costumam recair sobre o relacionamento com a liderança (confiança, flexibilidade e orientação de carreira, o coach). Já Andréa Krug, diretora de Desenvolvimento da Oi, avalia que o mais importante para a retenção é proporcionar condições para que as pessoas possam realizar suas ambições de carreira. E isso vale mais do que oferecer, por exemplo, bônus de retenção – prática que muitas companhias interessadas em contratar costumam enfrentar oferecendo indenizações correspondentes ao mesmo valor. “Em 2009, 80% das posições executivas da Oi foram preenchidas por ‘prata da casa’. Isso mostra que quem está dentro da companhia não quer sair”, ilustrou Andréa. Outro ponto-chave para não perder profissionais de destaque é o engajamento. “Além de benefícios, liderança, bom ambiente de trabalho, boa reputação e outros tantos pontos, precisamos fazer com que a equipe tenha a sensação de coletividade, de pertencer à organização”, ensinou João Senise, diretor de RH da Divisão de Alimentos da Pepsico do Brasil. De acordo com ele, campanhas institucionais e eventos corporativos são uma excelente oportunidade nesse sentido por reforçar códigos e valores, promover uma comunicação franca e estimular o sentimento de que todos fazem parte das decisões. “O dia-a-dia é que faz a diferença. Retém-se alguém quando ele não pensa em ir embora. Funcionários engajados não cogitam sair, motivam quem está dentro e ainda trazem novos talentos”, completou Rodolfo Eschenbach, advisor da diretoria de Recursos Humanos da Accenture. Atuação na crise
A Sherwin-Williams foi uma das empresas que lidaram com essa questão. “Nossa matriz não entendia que o Brasil não estava em crise. Fizemos um trabalho de explicar a realidade local e acabaram constatando que no País a situação era mesmo diferente”, relatou Célia Queiroz, diretora de RH da companhia. Reportagem de Giovanna Carnio
|
|
Termo de Privacidade e Responsabilidade Copyright ©1995 - 2010 Amcham. Todos os direitos reservados. |
|