Cinco conteúdos para lhe ajudar a legitimar o discurso LGBTQ+ na sua empresa

publicado 03/07/2019 16h08, última modificação 11/09/2019 18h39
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Se sua empresa se preocupa com a causa LGBTQ+ ela deve estar adequada de dentro para fora e ir além do discurso. Para ajudar, separamos aqui materiais interessantes e práticos para ajudar companhias a legitimarem suas parcelas do pink money. De fato, incluir a diversidade na sua corporação é uma tarefa obrigatória e nós podemos te ajudar.

Segundo uma pesquisa que realizamos em 2018, 41% das empresas não têm qualquer tipo de programa sobre diversidade e inclusão. Entretanto, 45% dos respondentes do levantamento acreditam que isso aumenta o desempenho e produtividade do negócio. Além disso, o índice de dificuldade mais alto é da inclusão T, de travestis e transexuais (64%), bem como este sendo o segmento menos trabalhado dentro das empresas que participaram da pesquisa (17%).

Nosso e-book “Diversidade LGBT” mostrou que 61% dos profissionais LGBT brasileiros escondem sua orientação sexual no trabalho, segundo estudo divulgado em 2016 pelo Center for Talent Innovation. O E-book conta também com três livros de leitura obrigatória sobre o assunto e uma cartilha do governo do estado de São Paulo sobre diversidade sexual e cidadania LGBT.

Em uma pesquisa também feita pela consultoria OutNow em 2017, 73% dos entrevistados relataram ter presenciado atos homofóbicos no ambiente de trabalho no último ano. Atualmente, 90% das pessoas trans trabalham na prostituição por falta de oportunidade. “Por que não encontramos pessoas trans em locais em que o emprego ou cargo requer visibilidade?”, apontou a professora da Faculdade de Engenharia da UNESP, Daniela Mourão, durante o Fórum de Diversidade 2018 da Amcham São Paulo.

O QUE FAZER?

O levantamento mostrou também que apenas 11% das empresas consideram seus programas de diversidade e inclusão maduros. Nosso e-book “KPIs de Diversidade” apresenta a medição como um diagnóstico inicial na melhora de projetos com este tema. “A gente não deveria ter medo de medir. Como vou saber o que está de errado se eu não medir?”, questiona a professora do Insper Regina Madalozzo.

Segundo o e-book, KPI é a mensuração de algum aspecto dentro da organização - neste caso, da diversidade. Esses índices podem ser quantitativos como, por exemplo, identificar a porcentagem de colaboradores LBGT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, e Transexuais), mulheres, negros e pessoas com deficiência. E isso é muito importante para começar ou desenvolver um programa sério.

 Também destacamos os quatro pontos de atenção para sua empresa o desafio da inclusão em um e-book com os principais pontos de atenção sobre o tema. Nele, desenvolvemos os tópicos: atenção no recrutamento, sair da bolha da elite, garantia de inclusão além da diversidade e atenção aos valores e respeito. 

Por fim, àqueles que preferem um conteúdo audiovisual, preparamos um breve vídeo com dicas e informações úteis a respeito de temas que abordam diversidade corporativa. Tanto quanto inclusão LGBT, o vídeo fala sobre inclusão PCD e racial – igualmente importantes quando levantado o papel das associações privadas nas mudanças sociais.