Atividade do Projeto Escola Legal leva 200 estudantes paulistas ao cinema

por giovanna publicado 19/11/2010 16h35, última modificação 19/11/2010 16h35
São Paulo – Encontro teve também palestra sobre malefícios da pirataria e homenagem a autoridades que se destacaram na luta contra o mercado de produtos ilegais em 2010.

O Projeto Escola Legal, iniciativa da Amcham-Brasil conduzida em conjunto com empresas e associações parceiras que tem como objetivo preparar instituições de ensino para que funcionem como multiplicadoras de conceitos de propriedade intelectual e cidadania e dos malefícios causados pela pirataria, promoveu na terça-feira (09/11) uma sessão palestras e cinema para alunos de escolas da Grande São Paulo.

A atividade reuniu no Cinemark do Shopping Metro Santa Cruz mais de 200 estudantes oriundos das Escolas Municipais de Ensino Fundamental (EMEF) Professora Maria Lúcia dos Santos, José do Patrocínio, Almirante Ary Parreiras, Carlos Augusto de Queiroz Rocha e Professora Sylvia Martins Pires, além do Colégio Universo Kids, do município de Caieiras. Além de aprender mais sobre o combate à pirataria com especialistas, os alunos assistiram gratuitamente ao filme Marmaduke (Fox Films, 2010).

O encontro também homenageou autoridades que se destacaram na luta contra o mercado de produtos ilegais em 2010: Alfonso Presti, coordenador do Programa de Atuação Integrada e Combate à Pirataria do Estado de São Paulo; Orlando Almeida, secretário municipal de Controle Urbano; Ronaldo Camargo, secretário municipal de Coordenação das Subprefeituras; Edsom Ortega, secretário municipal de Segurança Urbana; e Adriana Borghi  e José Mário Barbuto, promotores de Justiça.

O projeto

O Projeto Escola Legal foi instituído em 2007 e tem como público-alvo estudantes do Ensino Fundamental, de sete a 14 anos, compreendidos como os futuros consumidores.

Até 2009, o Projeto Escola Legal atingiu 108 escolas (93 públicas e 15 particulares), contribuindo para a conscientização de aproximadamente 22 mil alunos e 950 educadores nas cidades de São Paulo, Campinas, Goiânia e Porto Alegre.

Em 2010, o programa foi implementado de 100 escolas em São Paulo, Goiânia, Curitiba, Campinas, Recife e Blumenau.

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