O ingresso de investimento estrangeiro direto no capital das empresas caiu 18,5% de US$ 60,5 bilhões para US$ 49,3 bilhões no ano passado

Ingressos de IED no capital das empresas cai 18,5% em 2013

por Pedro Antônio Cássio Silva — publicado 11/02/2014 13h45, última modificação 11/02/2014 13h45
O ingresso de investimento estrangeiro direto no capital das empresas caiu 18,5% de US$ 60,5 bilhões para US$ 49,3 bilhões no ano passado
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O investimento estrangeiro direto - participação no capital das empresas -teve queda de 18,5%: de US$ 60,5 bilhões, em 2012 para US$ 49,3 bilhões no período de janeiro a dezembro de 2013. Ainda assim o Investimento direto líquido fechou o ano passado praticamente no mesmo nível que em 2012. US$ 64,0 bilhões ante US$ 65,3 bilhões, graças aos empréstimos intercompanhia. Os empréstimos intercompanhia são nromalmente usados para capital de giro ou mesmo investimentos financeiros pelas filiais de empresas estrangeiras instaladas no Brasil. Este tipo de empréstimo perfez, no ano passado, o maior percentual desde 1993, comparado ao total do investimento externo no Brasil, pouco menos de 35%

Dos 10 maiores investidores somente Chile e Japão elevaram seus aportes de recursos em empresas brasileiras. O Chile teve um aumento de 47,19% enquanto o Japão elevou sua participação em 71,1%. As quedas mais importantes ocorreram com os investimentos dos dois primeiros colocados. Os Países Baixos, em 2012, investiram US$ 12,2 bi e ocupavam a segunda colocação entre os países que mais investiam no Brasil. Já no ano passado  foram US$ 10,5 bilhões e, apesar da queda no envio de recusros, passou a ocupar a primeira colocação. Os Estados Unidos, que ocupavam a primeira posição em 2012 fecharam 2013 em segundo lugar com uma queda de US$ 3,3 bilhões.  Estes dois países somam mais de 40% de todo o ingressso de investimento  estrangeiro direto e a queda em seus aportes  também também foi de 40%.



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