Projeto Escola Legal amplia presença no Estado de São Paulo

por andre_inohara — publicado 12/12/2011 13h00, última modificação 12/12/2011 13h00
São Paulo – Escolas que participam do programa de conscientização na Grande SP passaram de 43 em 2010 para 79 em 2011. Em Campinas, número de instituições subiu de oito para 16.
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Em seu quinto ano, o Projeto Escola Legal (PEL), que conscientiza  estudantes de sete a 14 anos, educadores e familiares sobre os problemas decorrentes da pirataria, registrou grande expansão no Estado de São Paulo.

Nas cidades de São Paulo, Caieiras e São Bernardo, o PEL fechou 2011 com 79 escolas participantes, o que significa o envolvimento de 1.181 educadores e 5.284 alunos. Em 2010, eram 43 instituições.

Em Campinas, são 16 as instituições de ensino que participam do projeto, um crescimento expressivo em relação ao fim de 2010, quando oito escolas tinham aderido ao projeto.

Os dados foram apresentados nesta segunda-feira (12/12) em evento de encerramento das atividades do PEL em 2011 na Amcham-São Paulo.

Em seus cinco anos, o PEL já atingiu sete cidades no País (São Paulo, Goiânia, Campinas, Blumenau, São Bernardo do Campo, Caieiras e Porto Alegre), totalizando 220 escolas (198 públicas e 22 privadas), 40.881 alunos e 3.208 professores.

Conscientização da sociedade

O PEL faz um trabalho de conscientização e sensibilização de toda sociedade através da comunidade escolar de nível fundamental, para formar um conceito correto de cidadania desde a infância.

O programa é uma iniciativa da Amcham com apoio de um conjunto de parceiros: Conselho Nacional de Combate à Pirataria (CNCP), Instituto Nacional da Propriedade Industrial, Associação Brasileira da Propriedade Intelectual, Secretaria Municipal de Educação de São Paulo e Secretaria Municipal de Educação de Campinas.

Os patrocinadores em 2011 foram ABES, BSA, ETCO, MPA, Interfarma, Microsoft, MSD, Nokia e HP.

“A educação é um dos caminhos para se combater a pirataria, e é preciso ensinar as crianças que ela prejudica não só o País, mas o meio ambiente”, reforçou Marina Bernardes de Almeida, assessora do CNCP.

Planos para 2012

Em 2012, para reforçar o trabalho de combate à pirataria, a Amcham divulgará o PEL em todo o Brasil, incentivando a adesão de mais escolas.

O conteúdo didático (Manual do Educador) também será atualizado por meio de um termo de cooperação com o CNCP, visando a confecção de materiais educativos sobre os malefícios da pirataria.

Encerramento com teatro e atividades

No evento desta segunda, algumas das escolas que participam do PEL reuniram seus alunos e realizaram encenações e palestras sobre a pirataria, demonstrando os conceitos aprendidos.

Entre elas, estiveram:

EE (Escola Estadual) Pres. Tancredo Neves, apresentando teatro;
EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Profª Sylvia Martin Pires, apresentando resultados de uma enquete sobre pirataria;
EMEF Armando Arruda Pereira, apresentando um musical;
Colégio Harmonia, apresentando teatro.

Três escolas relataram o processo de implantação do PEL:

EMEF Joaquim Nabuco
EMEF Padre Manoel de Paiva
EMEF Carlos Augusto de Queiroz Rocha

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