Comitê de Saúde traz tendências da cadeia logística dos hospitais no Brasil

publicado 23/09/2014 11h07, última modificação 23/09/2014 11h07
Belo Horizonte - Em oito anos, o Brasil passou de 10º para o 6º no mercado farmacêutico mundial. A estimativa é que em 2016, ocupe o 4º lugar do mercado
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A escalada nas vendas do mercado farmacêutico brasileiro que, neste ano, estima um faturamento de R$ 62 bilhões, ante os R$ 58 bilhões registrados no ano passado, são alguns dos indicadores destacados por Alexandre Savi, diretor executivo da distribuidora de medicamentos Farmaconn, em sua exposição no comitê aberto de saúde, realizado na Amcham-Belo Horizonte em 20/08 (confira aqui a apresentação completa).

Dispondo de 450.707 mil leitos hospitalares em todo o território, o país tem no sistema de saúde um dos mercados mais promissores. Segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), os gastos totais com saúde no Brasil foram próximos à média mundial, em termos de porcentagem do PIB.

Em 2015, o mercado farmacêutico deverá atingir cerca de US$ 1,1 trilhão. No período, os principais países emergentes serão responsáveis por 28% das vendas globais com produtos farmacêuticos, contra 12% em 2005.

Maior mercado de medicamentos do mundo, os Estados Unidos terá sua participação reduzida de 41%, em 2005, para 31% em 2015; enquanto que a participação da Europa deverá cair de 27%, em 2005, para 19% em 2015. Em oito anos, o Brasil passou de 10º para o 6º mercado mundial. A estimativa é que em 2016, ocupe o 4º lugar do mercado farmacêutico, completou o  palestrante.

A seguir, a íntegra da apresentação de Alexandre Savi, da Farmaconn, no comitê aberto de saúde, realizado na Amcham-Belo Horizonte, em 20/08:

 




 

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