“O custo da falta de ações na educação é um futuro pior", diz professor da USP, Jacques Marcovitch

publicado 25/02/2015 15h33, última modificação 25/02/2015 15h33
São Paulo – Veja os destaques do seminário “Iniciativa privada e os agentes de educação no Brasil”
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Confira abaixo outras frases dos representantes do Banco Mundial, Inep, Fundação Telefônica Vivo, CSN, Centro Paula Souza e Mendes Júnior Engenharia  que participaramdo seminário Iniciativa privada e os agentes de educação no Brasil, promovido pela Amcham na quarta-feira (25/02):

“A qualidade da educação é composta por três pontos: acesso, permanência e aprendizados.”
Francisco Soares, presidente do Inep

“Há um quadro de avanços na educação brasileira, mas também de problemas persistentes. Escolarização não é aprendizado.”
Claudia Costin, diretora de Educação do Banco Mundial

“Falta ao Brasil experiência em desenvolver currículos profissionais entre universidade e empresas.”
Almério Melquíades de Araújo, coordenador de Ensino Médio e Técnico do Centro Paula Souza 

“Há consenso entre as empresas sobre a importância do investimento conjunto em educação. Todos os nossos projetos têm, pelo menos, três ou quatro empresas parceiras.”
Gabriella Bighetti, diretora presidente da Fundação Telefônica Vivo 

“No segmento minero-metalúrgico, empresas concorrentes de grande porte se uniram para investir em educação.”
Alba Valério, gerente de Recursos Humanos da Companhia Siderúrgica Nacional 

“As empresas têm que ser mais propositivas. Precisamos ajudar os governos federal, estadual e municipal a organizar as iniciativas de educação.”
Lívia Sant’Anna, vice-presidente de Recursos Humanos da Mendes Junior Engenharia