“Setor de saúde é mais resiliente à crise”, diz presidente do Grupo Fleury. Confira em vídeo

publicado 07/10/2015 11h28, última modificação 07/10/2015 11h28
São Paulo - Carlos Marinelli crê que setor também será afetado pela crise, porém de forma mais branda
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A crise econômica e política pela qual passa o Brasil desacelera o crescimento de vários mercados. Os setores de comércio exterior, varejo e indústria foram muito afetados. Porém, há alguns nichos que sentem menos os efeitos da crise. A saúde privada é um deles.

Segundo Carlos Marinelli, presidente do grupo Fleury, este é um setor não muito afetado, pois a saúde é “uma condição básica do indivíduo” da qual ele não pode abrir mão. Marinelli também abordou outros aspectos deste mercado no Seminário Competitividade Setorial Saúde, realizado na sede da Amcham Brasil, em São Paulo. 

Brasil é um campo favorável para pesquisa, mas falta investimento público

Para a gerente geral da Genzyme, Eliana Tameirão, a grande população que tem o Brasil, aliado aos seus competentes médicos propiciam um campo fértil para a pesquisa de novos medicamentos. Porém, questões burocráticas e falta de investimento público impedem a evolução plena do setor. Confira a entrevista completa aqui.