Comitê de comércio exterior debate complexidades do despacho aduaneiro

publicado 07/11/2014 14h58, última modificação 07/11/2014 14h58
Brasília – “É fundamental que gestores de pequenos negócios se conscientizem da necessidade de planejamento e preparação para superarem as complexidades e os riscos inerentes a atividade”
sergio-garbin-filho-9177.html


“A complexidade do desembaraço aduaneiro é muito maior do que imaginado, não envolve apenas importadores e exportadores, mas inclui igualmente uma cadeia de profissionais”. A afirmação de Sérgio Garbin Filho, despachante aduaneiro da MNG Comissária e Logística Internacional, durante participação no comitê de comércio exterior, realizado na Amcham-Brasília, em 28/10 (confira aqui a apresentação completa).

Segundo o palestrante, é fundamental que gestores de pequenos negócios se conscientizem da necessidade de planejamento e preparação para superarem não só as complexidades como, também, a redução aos riscos inerentes a atividade.

 No planejamento, todas as informações necessárias para atuar em outros países devem ser pesquisadas com antecedência, ou seja, todos os aspectos devem ser avaliados para que as possibilidades de sucesso sejam efetivamente concretizadas.

O plano de comércio exterior configura-se como um documento importante que, uma vez elaborado, se converte na linha mestra em que os executivos e todos aqueles que irão colocá-lo em prática devem se basear. “Para isso, o importador deve estar cercado por profissionais e empresas que conheçam a área aduaneira, tais como: escritório de contabilidade, despachante aduaneiro, agente de carga internacional, câmbio, seguros e consultoria internacional”. 

A seguir, a íntegra da apresentação de Sérgio Garbin Filho, da MNG Comissária e Logística Internacional, no comitê de comércio exterior, realizado na Amcham-Brasília, em 28/10: