Competitividade do agronegócio envolve pesquisa e crescimento sustentável

publicado 27/09/2013 14h07, última modificação 27/09/2013 14h07
Goiânia – John Deere, Caramuru e DuPont Pioneer foram os convidados de honra do I Fórum de Agronegócios
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Com planejamento e pesquisa o agronegócio brasileiro tem tudo para se tornar mais competitivo, especialmente em Goiás. No primeiro Fórum de Agronegócios da Amcham-Goiânia, realizado na quinta-feira (26/9), uma audiência qualificada composta por cerca de 90 empresários e altos executivos se reuniu para ouvir como três grandes empresas da cadeia agrícola (John Deere, Caramuru e DuPont Pioneer) visualizam o futuro do agronegócio.

Paulo Hermann, presidente da John Deere no Brasil, mencionou três pontos importantes que devem integrar a cadeia do agronegócio: crescimento global, agricultura sustentável e eficiência produtiva.

O executivo também disse que o Brasil tem vantagens comparativas suficientes para fomentar uma cultura de biodiversidade produtiva e produção permanente (o ano inteiro). “Dos grandes produtores mundiais, somos o único que temos sol durante doze meses ao ano e detemos 20% da água doce do planeta. E ainda investimos em tecnologia”, diz.

A produtividade e a diversificação produtiva foram mencionados por César Borges, vice-presidente do conselho de administração da Caramuru. Referindo-se à soja livre de transgenia, Borges enumerou as vantagens produtivas e financeiras desse cultivo. “É possível aumentar a produção sem aumentar o espaço disponível. E isso é algo que dá para ser feito no Brasil, especialmente em Goiás”, comentou ele.

Borges também disse que o agronegócio ajuda a produzir riquezas pelo País. “Se não tivesse o superávit do agronegócio, nossa balança comercial seria altamente deficitária”, ressalta o executivo

A importância das pesquisas foi ressaltada por Dantas Carneiro, diretor da DuPont Pioneer, pois são elas que permitirão obter mais produtividade e qualidade dos alimentos fornecidos.