Marionetes, sombras e paródia foram usadas nos curtas premiados do 4º Concurso Vídeo Legal

publicado 05/12/2013 16h35, última modificação 05/12/2013 16h35
São Paulo – Estudantes de até 14 anos usaram criatividade para filmar histórias antipirataria
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Os alunos de até 14 anos que participaram da quarta edição do Concurso Vídeo Legal usaram vários recursos narrativos para contar histórias de como a pirataria prejudica as pessoas.

A cerimônia de premiação dos melhores vídeos aconteceu na Amcham-São Paulo durante a manhã da quinta-feira (5/12), e contou com a presença de Dennis Hankins, cônsul geral dos Estados Unidos em São Paulo, e Albert Keyack, cônsul do Escritório de Marcas e Patentes dos EUA (USPTO, na sigla em inglês) no Brasil.

O Concurso Vídeo Legal é uma iniciativa da Amcham e do Consulado dos Estados Unidos em São Paulo, para reconhecer e valorizar os melhores trabalhos sobre os malefícios causados pela pirataria nas escolas de nível fundamental da rede pública. Divididos em duas categorias, os vencedores foram:

Categoria 1 – 10 a 12 anos

1º Lugar: GTA – Game de Tráfico de Animais – EMEF (Escola Municipal de Ensino Fundamental) Professora Maria Aparecida Rodrigues Cintra

2º Lugar: Combatendo a Pirataria – EMEF Desembargador Sebastião Nogueira Lima

3º Lugar: CSI Zilka – EMEF Zilka Salaberry de Carvalho

Categoria 2 – 12 a 14 anos

1º Lugar: Pirataria nas sombras – EMEF Professor Máximo de Moura Santos

2º Lugar: Conselho Pirata – EMEF Frei Galvão

3º Lugar: Alertando e combatendo – EMEF Plínio Ayrosa

Usando a criatividade

Muitos dos vídeos apresentaram narrativas até então pouco explorados pelas crianças nas edições anteriores. O curta Combatendo a Pirataria, por exemplo, falou dos malefícios da pirataria através de marionetes. A história Pirataria nas Sombras foi contada por meio de jogo de sombras, enquanto que o filme CSI Zilka, que envolve a investigação de um casal intoxicado por produtos piratas, foi inspirado na série policial televisiva CSI – Crime Scene Investigation.

O cônsul americano Dennis Hankins elogiou os trabalhos e disse que a produção artística brasileira é reconhecida no mundo inteiro, e por isso é importante estimular desde o início a cultura de proteção aos direitos autorais. Albert Keyack, do USPTO, parabenizou os participantes e mencionou que o trabalho de conscientização sobre pirataria da Amcham e do consulado americano ganhou prestígio nacional.

Em 3/12, a Amcham recebeu pela segunda vez consecutiva o Prêmio Nacional de Combate à Pirataria, do CNCP (Conselho Nacional de Combate a Pirataria e Delitos contra a Propriedade Intelectual), órgão diretamente subordinado ao Ministério da Justiça. O reconhecimento se deveu ao trabalho realizado pela Amcham através do Projeto Escola Legal (do qual o concurso Vídeo Legal faz parte), que trabalha com a conscientização de crianças sobre os problemas decorrentes da pirataria.

Em 2014, uma nova edição do Concurso Vídeo Legal ocorrerá simultaneamente em São Paulo e Brasília no primeiro semestre, com o apoio do consulado americano em São Paulo e da embaixada americana na capital federal.