Ansiedade da Geração Y impactou no planejamento e sucessão de lideranças

publicado 02/02/2015 16h14, última modificação 02/02/2015 16h14
Campinas – Fórum de Gestão de pessoas discutiu os gargalos na formação de líderes em 20/01
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Nascida do início da década de 1980 até meados de 1990, a Geração Y tomou conta do mercado de trabalho. A palavra-chave que define esta nova geração é ansiedade, segundo Raquel Alvarenga, diretora de RH da Bacardí, que participou do Fórum de Gestão de Pessoa da Amcham Campinas, em 20/01.

“Hoje, o jovem quer uma ascensão rápida, dificultando a formação de conexões sólidas e duradoras com a empresa”, explica ela, que comanda a gestão de talentos da multinacional de bebidas.

A ansiedade Y impactou diretamente no planejamento e formação de novos líderes, redobrando a necessidade da atenção do RH com o tema sucessão.  “É necessário entender profundamente o que o colaborador jovem deseja dentro da empresa. Em resumo, estar alinhado, para que possamos reter os talentos certos, que não virarão demissões no futuro”, contextualiza Raquel Alvarenga.

O imediatismo do jovem acaba potencializado o cenário de guerra de talentos entre as empresas. “O mercado está extremamente agitado e disputado. O Y sabe que outra corporação fará uma oferta melhor, caso não apareça uma oportunidade crescimento no tempo que ela imagina”, afirma Lucy Yokoyama, Diretora de RH da FMC Agrícola, que também participou do Fórum da Amcham Campinas. 

Além de Raquel e Lucy, participou também do painel de debates Hélio Graciosa, Presidente do CpqD, que trouxe a visão de um Presidente sobre a formação dos líderes e da importância do RH neste processo.

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