Copa e eleições não impactarão negativamente a economia brasileira

por lays_shiromaru — publicado 11/04/2014 11h08, última modificação 11/04/2014 11h08
São Paulo – Economista-chefe da Gradual Investimentos comenta perspectivas econômicas e políticas do Brasil para 2014

Os eventos de 2014 que trazem incerteza aos empresários não desanimam André Perfeito, economista-chefe da Gradual Investimentos. “A economia brasileira mudou o patamar de juros e isso gera um mal estar, porque nos força a aumentar nossas atividades. No entanto, sou otimista no sentido de entender que os negócios vão ser concretizados, que nós vamos conseguir fazer isso”, disse em palestra ao comitê de Presidentes de Empresas da Amcham, em 08/04 ( confira aqui a apresentação completa).

De acordo com ele, a Copa do Mundo vai mostrar as oportunidades e as limitações do Brasil, e não deve impactar negativamente a economia do país. “Quando chegarmos ao fim desse ano, todos vão ver que o Brasil não vai quebrar e que a Copa do Mundo vai ser muito boa”, defende, mostrando otimismo para o segundo semestre.

Em relação às eleições, mesmo com a queda da avaliação positiva do atual governo de 43% para 36%, recentemente divulgada pelo CNI/Ibope, Perfeito acredita que a presidente Dilma Rousseff deverá ser reeleita nesse ano. “Alguns escândalos estão vindo à tona para tentar minar a imagem de Dilma, mas ela deve ganhar o primeiro turno”, opina. “Porém, a presidente terá que saber como se posicionar melhor.”

Para ele, os investimentos da bolsa também continuarão aumentando em 2014, por conta da força do Brasil no mercado financeiro. “Se um fundo estrangeiro, por exemplo, quer montar uma posição comprada ou vendida em emergentes, ele o faz por meio do Ibovespa, e não do BIST 100 da Turquia. Somos janela e telhado de vidro do mundo emergente”, diz.

A seguir, a íntegra da apresentação de André Perfeito, em palestra ao comitê de Presidentes de Empresas, realizado na Amcham-São Paulo, em 08/04:

 

 

 

 

 

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