Copa e Olimpíadas são oportunidades para Brasil reforçar marcas globalmente e dar mais visibilidade à criatividade nacional

por giovanna publicado 15/03/2012 17h37, última modificação 15/03/2012 17h37
Recife – Eventos mostrarão ao mundo estilo de vida brasileiro.
copa_corpo.jpg

Eventos de repercussão internacional como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016 projetarão ao mundo a imagem do estilo de vida brasileiro. Estas são oportunidades para divulgar produtos, serviços e marcas criadas no País, dando maior visibilidade à criatividade nacional, indica Antônio Campos, sócio da Campos Advogados e curador da Festa Literária Internacional de Pernambuco (Fliporto).

 

“O Brasil deve se tornar uma potência criativa, aproveitando o grande momento econômico que vive nos últimos anos e vendendo-se melhor para o mundo”, afirmou Campos, que esteve presente ao Board Meeting da Amcham-Recife na última sexta-feira (09/03).

 

Ele exemplifica algumas das marcas que já representam o estilo brasileiro no mundo. “Cachaça, caipirinha, Havaianas, são algumas delas. Também somos referência em moda íntima, moda praia e produção telenovelas”, disse. Campos analisa que os grandes eventos internacionais são o momento ideal para potencializar novas marcas que, como as já citadas, fazem parte da economia criativa brasileira.

 

Economia criativa

 

Campos explica que a economia criativa é a indústria que cria riqueza e empregos ao desenvolver propriedade intelectual. Ela é baseada em atividades que envolvam inovação, criatividade e talento. Alguns segmentos que compõem a economia criativa são a propaganda, arquitetura, softwares, literatura, design e moda.

 

“O símbolo que podemos utilizar para definir economia criativa é a figura de Steve Jobs, cofundador da Apple. Ele representa a criatividade, inovação e talento que são essenciais a esse segmento”, ilustrou.

 

De acordo com dados de 2011 da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), citados por Campos em sua participação no evento da Amcham, a indústria criativa emprega 10,5 milhões de pessoas no Brasil. Ele acredita que o segmento tem potencial para crescer. “O Brasil ocupa a 47ª colocação no ranking global de inovação”, completou Campos citando os dados do Global Innovation Index 2011.

registrado em: