Mudança de cultura organizacional tem que ser coerente, diz executiva da Natura

publicado 03/05/2018 14h18, última modificação 03/05/2018 14h18
Brasília – Transformação tem que atingir toda a empresa, segundo Leila Kido

Uma transformação de cultura organizacional tem que ser, acima de tudo, coerente, detalha Leila Kido, diretora de Cultura, Engajamento & Qualidade das Relações da Natura. A executiva, que foi uma das responsáveis por conduzir o processo na empresa, compartilhou a experiência no comitê de Gestão de Pessoas da Amcham-Brasília, em 20/4.

Para Kido, não adianta a empresa propagar a mudança no jeito de atuar se isso não for de conhecimento de todos. “É preciso fazer toda a equipe entender o propósito da empresa. Não adianta se o estagiário conhece mais da cultura organizacional do que o próprio executivo, por exemplo.”

Tudo começa na liderança, mas esse é só o primeiro passo, continua a executiva. Antes de alinhar valores, a alta gestão tem que passar pelo processo de reflexão sobre propósito e “razão de ser” da empresa. No final, o objetivo é maximizar seus resultados e reforçar a própria identidade – que é o modo como a empresa vai agir.

Quando os valores organizacionais são conhecidos pelos colaboradores, os resultados aparecem. A Natura é a única empresa brasileira a figurar na lista de companhias mais éticas do mundo do Ethisphere Institute. Na edição de 2018, foram selecionadas 135 companhias de 23 países que representam 57 indústrias.

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