Resolução de conflitos organizacionais passa pela conscientização dos funcionários sobre seus impactos negativos nos resultados

por marcel_gugoni — publicado 23/11/2012 08h56, última modificação 23/11/2012 08h56
Recife – Papel do departamento de RH na gestão de conflitos deve ser principalmente de mediador.
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A busca pela redução dos conflitos organizacionais deve ser guiada pelo departamento de Recursos Humanos no sentido de mostrar aos envolvidos como os objetivos da equipe podem ser prejudicados pelas divergências. 

Maurício Ignácio, diretor de Gente e Organização da Coca-Cola Guararapes, e Renata Moura, gerente de RH da Acripel, defenderam este ponto durante o comitê de Gestão de Pessoas da Amcham-Recife nesta quarta-feira (21/11).

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Os gestores concordam que, em geral, os conflitos surgem quando diferentes visões pessoais causam atritos entre funcionários, o que demanda o trabalho de articulação das incompatibilidades em prol do desempenho do grupo. 

Solucionar os conflitos é essencial para o bom clima organizacional e traz contribuições diretas para os resultados da companhia, aponta Renata. “À medida que são resolvidos, caminhamos para melhorar a produtividade, transformando o ambiente da empresa em um espaço mais agradável”. 

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A Acripel e a Coca-Cola Guararapes figuram entre as 10 melhores organizações para se trabalhar na pesquisa Great Place to Work Pernambuco 2012. 

Mediação 

A mediação deve ser a principal estratégia do RH na gestão dos conflitos, afirmam os gestores. “O departamento deve fazer com que a comunicação aconteça de forma mais transparente, criando mais empatia nas pessoas e fazendo com que se coloquem no lugar do outro”, destaca Renata. 

O RH também deve nortear a proposição de soluções de acordo com as metas organizacionais, completa o representante da Coca-Cola Guararapes. 

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“O profissional da área deve encontrar saídas onde os objetivos empresariais possam ser cumpridos sem causar desgaste nas pessoas ou infelicidade no ambiente de trabalho”, disse ele. 

Renata aponta que a melhor estratégia é dar atenção às demandas de cada um dos lados envolvidos. “Para lidar com os conflitos, é necessário escutar mais do que falar. Ouvir com atenção os envolvidos no conflito é essencial”, finalizou.

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