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Case CapTable: o que você precisa saber para começar sua jornada no mercado de investimentos em startups

publicado 03/12/2021 12h36, última modificação 03/12/2021 12h36
Entenda como a fintech democratizou o investimento em startups através de uma cultura de colaboração com o cliente.
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Democratizar o mercado de investimentos em startups é o propósito da CapTable. A plataforma de distribuição de oferta pública faz a ponte entre startups que precisam captar recursos e investidores que querem apostar em novos negócios no mercado.

Através dessa conexão, a fintech tem revolucionado o mercado de fundos e investimentos em startups com propósito, assertividade e clientocentrismo.

Para os fundadores da CapTable é fundamental entender que a mentalidade necessária para a criação de uma startup não é a de fazer algo, seja produto ou serviço, para os outros; mas sim, com os outros. É preciso construir soluções com o cliente e com o mercado, promovendo um ambiente de colaboração que deve permear, também, os investidores.

“Se para construir uma startup fôssemos completamente racionais, não a construiríamos. Por isso, a paixão é uma parte importantíssima dessa jornada de construção”, afirma Guilherme Enck, cofundador da CapTable que participou do episódio dessa semana do podcast da Amcham - Um Case pra Chamar de Seu.

Durante o papo, Guilherme revelou detalhes da jornada de construção e consolidação da startup no mercado de investimentos e compartilhou dicas estratégicas para quem está entrando nesse universo financeiro. Além disso, contamos também com a participação especial de Marcelo Rodrigues, diretor de inovação e novos negócios da Amcham.

Confira as alegrias, detalhes e ciladas dessa história no ‘Um Case pra Chamar de Seu’ disponível em todas as plataformas digitais.

O CASE CAPTABLE: ATUANDO NO ‘VALE DA MORTE’ DAS EMPRESAS DE INOVAÇÃO

Em um cenário onde de um lado havia muitas startups procurando oportunidades para captar recursos e continuar sua trajetória de crescimento e de outro, empresários em busca de novos negócios para que pudessem investir, nasceu a CapTable.

Uma plataforma de oferta pública que aproxima investidores de novos empreendedores com o objetivo de contribuir com a escalabilidade de novos negócios, fomentando a nova economia no país.

Havia uma grande necessidade no mercado que representava uma balança em desequilíbrio: de um lado a oferta do ativo, as startups; do outro a demanda do ativo, os investidores. O setor estava desorganizado e esquecido pelos fundos tradicionais, não existia um ambiente para o encontro da oferta e da demanda.

Guilherme Enck, cofundador da CapTable, relembra que ele e seu sócio, em parceria com a StartSe (plataforma de educação em negócios), endereçaram estrategicamente essa necessidade do mercado. 

Assim, ao dar vida à CapTable, criaram uma ponte entre investidores e empreendedores. O acesso das startups à massa de investidores foi democratizado. E as grandes corporações passaram a receber assessoria para os processos de investimentos.

Para Marcelo Rodrigues, a equação para o sucesso da CapTable está na soma entre paixão e propósito, elementos que priorizam a dor do cliente e a criação de mecanismos que a solucionem. “O grande ponto é entender a dor do público! É super importante olhar para os dados e conhecer o mercado. Mas quando entendemos o ser humano e sua real necessidade, muito provavelmente conseguimos encontrar uma solução mais assertiva e eficiente” 

Confira 3 ações prioritárias que toda pessoa que está começando a se envolver nesse mercado de investimentos precisa saber:

 

1- INVESTIR EM STARTUP É UM RISCO

“Investir em startups é investir em um ativo de risco, assim como posso ganhar muito dinheiro, também posso perder todo o meu capital”, alerta Guilherme Enck.

Com base nesse raciocínio, a dica é separar um montante pequeno de todo o portfólio de investimentos para investir especificamente em startups. Além disso, é importante não concentrar esse montante definido em uma única startup.

Monte um portfólio de participações em startups e, de forma estratégica, pulverize esse capital em 10, 15, 20 ativos diferentes. Sabendo que algumas dessas startups irão quebrar, outras darão certo e poucas irão prosperar e gerar alta rentabilidade.

 

LEIA MAIS: Como investir e receber investimento em startups

 

2- ESTEJA DISPOSTO A APRENDER

“O nome do jogo é aprendizado”, declara Marcelo Rodrigues. Para entrar nesse ecossistema de investimentos é fundamental ter um mindset de aprendizagem. O conceito de lifelong learning se encaixa perfeitamente nesse universo, a jornada de aprendizado nunca deve terminar ela é a chave para o sucesso dos investidores.

Para Guilherme, "grande parte do usufruto de investir em startups não está no ganho financeiro, mas sim naqueles conhecimentos que adquiro e depois aplico nos meus negócios, gerando ganhos".

Por isso, esteja sempre disposto a se desenvolver e adquirir conhecimentos sobre novos métodos de gestão e novas tecnologias, por exemplo. Ademais, há muitos empreendedores capacitados que têm dado vida a ideias inovadoras no mercado que são, sem dúvidas, fonte de inspiração e aprendizado.

 

3- PROTEJA-SE JURIDICAMENTE

Tornar-se um investidor é uma jornada cheia de etapas importantes que devem ser respeitadas. Por isso, não queime etapas, entenda todas as fases de desenvolvimento e by the book com os regulamentos e normas.

Para isso, é indispensável estar protegido juridicamente. Encontre um bom advogado e seja assessorado por ele. O cofundador da CapTable faz um alerta importante sobre o tema: “saiba onde você está entrando porque boa parte dos investidores de startups morrem aí”.

Ouça agora o episódio bônus e descubra outras dicas, insights e detalhes do case CapTable com o Guilherme Enck e o Marcelo Rodrigues:

UM CASE PRA CHAMAR DE SEU

A primeira temporada do ‘Um Case pra Chamar de Seu’ está chegando ao fim. Fique ligado porque nos próximos dias teremos uma tríade especial de episódios com os melhores momentos dessa jornada até aqui.

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