Dow: jornada da inovação é complexa, porém motivadora

por daniela publicado 24/05/2011 11h30, última modificação 24/05/2011 11h30
São Paulo - Presidente da companhia na América Latina, Pedro Suarez, dá lições para potencializar processos inovadores nas organizações.
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Para o presidente da Dow América Latina, Pedro Suarez, a inovação é um  trabalho árduo e contínuo dentro das companhias, porém motivador porque tem como resultado soluções satisfatórias para os clientes e progresso.

“A inovação é uma jornada, um caminho distante, mas muito prazeroso de se percorrer. Nunca teremos um diploma de inovador, mas isso é o que nos dá força para chegar lá”, afirmou Suarez, que participou na quinta-feira (19/05) da terceira edição do Seminário Rumos da Inovação no Contexto Empresarial Brasileiro, promovido pela Amcham em parceria com a Fundação Dom Cabral na Amcham-São Paulo.

Suarez ressaltou que a inovação precisa ser enraizada na cultura das empresas como forma de sobrevivência. Nesse sentido, as organizações devem manter diversos canais para receber sugestões sobre os mais variados assuntos. “Saber ouvir é salutar quando se fala em inovação”, constatou.

Passo a passo

O presidente da Dow na América Latina deu lições de como as corporações podem incrementar o processo de inovação:

• Garantir tempo para inovar: a pressão por resultados no curto prazo não pode inibir os processos de criação, de busca de novas soluções e planejamento de longo prazo;
• Criar um ambiente encorajador: a comunicação é a palavra mágica ligada à inovação. É fundamental compartilhar conhecimentos e experiências dentro e fora da companhia;
• Medir resultados: a mensuração da inovação não está restrita somente ao número de patentes geradas porque os benefícios à sociedade também devem ser contabilizados (atenção às práticas sustentáveis);
• Liderar ativamente: a atuação dos gestores da companhia deve servir de exemplo a todos os colaboradores. Os processos de inovação só funcionam com liderança focada e impulsionadora das estratégias.

Pedro Suarez disse que a maior participação de novas gerações no mercado de trabalho traz uma perspectiva diferenciada ao meio empresarial no Brasil. “Até 2014, quase 50% dos trabalhadores serão os milênios (nascidos a partir de 90), trazendo uma nova mentalidade muito mais voltada à inovação do que as outras gerações, o que é uma oportunidade fantástica.”

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