Para 67% dos executivos de TI, tablet não deve substituir notebooks e smartphones nas companhias, mostra pesquisa Amcham

por marcel_gugoni — publicado 08/10/2012 16h54, última modificação 08/10/2012 16h54
São Paulo - Uso do equipamento ainda é percebido como vinculado à área comercial e a altos níveis hierárquicos.
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Depois de conquistar as pessoas físicas, o próximo alvo dos tablets tende a ser o mundo corporativo. Mas será que esses equipamentos reduzirão a relevância de outros, como notebooks e smartphones, nas atividades das companhias? Sondagem da Amcham-São Paulo junto a executivos de tecnologia da informação mostra que a maioria acredita que não. Foram 67% os que afirmaram não perceber espaço para a substituição. 

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A pesquisa, aplicada com 22 executivos no comitê de Marketing da Amcham-São Paulo em 04/09, mostra que as empresas ainda estão divididas quanto à adesão aos tablets. Uma parcela de 27% dos consultados diz suas companhias já fazem uso desses dispositivos e os disponibilizam aos funcionários e outros 23% indicam que há planos nesse sentido considerando um horizonte de até dois anos. Por outro lado, segundo 41%, o emprego dos tablets não está na mira de suas organizações. 

O estudo da Amcham revela também que o acesso a tablets em ambiente corporativo está muito vinculado a alguns segmentos de atuação, principalmente o de vendas. Os executivos consideram que a ferramenta deve ser disponibilizada principalmente para profissionais das áreas comercial (73%) e de comunicação e marketing (50%). Foram lembrados, com menor incidência, também os departamentos de TI (27%), RH (23%), jurídico (23%) e financeiro (18%).

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Há ainda, entre os entrevistados pela Amcham, uma visão predominante de que os tablets devem ser acessíveis apenas aos níveis hierárquicos mais elevados nas organizações (presidente, diretores, gerentes e coordenadores). Foram 57% os que apontaram essa alternativa, ao passo que 38% defenderam que o uso independa de cargo.

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