Pontal vence em duas categorias do Prêmio ECO 2014

por lays_shiromaru — publicado 04/12/2014 12h48, última modificação 04/12/2014 12h48
São Paulo – Empresa foi contemplada por gestão sustentável e projeto que permite redução de desperdício de resíduos em construções
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A inclusão da sustentabilidade nas estratégias de negócio e a redução de desperdício de resíduos na construção de prédios residenciais garantiram à Pontal Engenharia dois Prêmios ECO na 32ª edição. As ações foram premiadas nas categorias ELIS (Estratégia, Liderança e Inovação para a Sustentabilidade) e Práticas de Sustentabilidade – Processos, respectivamente.

Grace Cury, engenheira de Segurança e Meio Ambiente da Pontal, conta que o foco em qualidade e desenvolvimento sustentável é o diferencial competitivo da empresa. “Investimos no fortalecimento dessa cultura entre os colaboradores, pois eles são fundamentais para a melhoria contínua do nosso trabalho”, ressalta.

Além de promover treinamentos e monitorar o trabalho nas obras constantemente para garantir a segurança de todos, a companhia oferece cursos de alfabetização e informática aos funcionários. “Também incentivamos a prática de esportes e a integração entre eles”, diz.

Em parceria com o Jardim Botânico de Goiânia, cidade onde atua, a Pontal desenvolveu um programa de educação ambiental para a comunidade. A empresa deu apoio financeiro e técnico para melhorar o espaço, que hoje disponibiliza uma biblioteca a todos os interessados.

Redução de desperdício de resíduos

De acordo com Grace, em 2010, a média de geração de resíduos em construções da Pontal era 120 kg/m², abaixo do índice do mercado (150 kg/m²). “Era um bom resultado, mas queríamos ir mais longe e começamos a rever os processos internos”, conta.

Com essa reavaliação, a empresa deixou de usar blocos cerâmicos nas construções e passou a trabalhar com blocos de concreto, produzidos pela própria Pontal a partir do reaproveitamento de resíduos. A medida permitiu a redução significativa de desperdício e garante mais qualidade às construções pela maior durabilidade do material utilizado.

De lá para cá, três edifícios residenciais foram construídos com os blocos de concreto. Na última obra, a redução foi de 68% em relação à antiga média, segundo Grace. “Fizemos novas análises e constatamos que é possível reduzir mais ainda nas próximas obras”, diz.

Os benefícios do novo processo também são vistos na ponta do lápis. A engenheira conta que o investimento inicial do projeto (de R$ 763 mil) foi recuperado logo na primeira construção. “Com a redução de desperdício, diminuímos o gasto com outros materiais em até 25%. Os equipamentos adquiridos para a primeira obra continuam sendo utilizados”, explica Grace. 

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