Gerdau, Citi, Boeing, GE e Stefanini apontam as perspectivas para 2014 na posse do Conselho da Amcham

publicado 13/03/2014 15h03, última modificação 13/03/2014 15h03
São Paulo – Presidentes das multinacionais encerraram a cerimônia com a participação de mais 200 empresários e autoridades
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Os dirigentes da Gerdau, Boeing, Stefanini e General Electric, apresentaram seus pontos de vista sobre o curso dos negócios neste ano, de acordo com seus setores de atuação, no painel coordenado pelo presidente do Citibank e do Conselho da Amcham, Hélio Magalhães, na cerimônia de posse do Conselho 2014. 

O painel encerrou a cerimônia de posse do Conselho da Amcham-Brasil, hoje (13/03), em São Paulo, com a participação de mais de 200 empresários e autoridades. Participam do debate: André Gerdau, diretor-presidente do comitê executivo do Grupo Gerdau; Donna Hrinak, presidente da Boeing Brasil; Marco Stefanini, presidente da Stefanini; e Reinaldo Garcia, presidente e CEO da General Eletric na América Latina. 

Expectômetro da Amcham

Os empresários presentes, um mostra multisetorial de investidores de diversos portes, participaram de pesquisa com apuração automática sobre o que esperam da economia brasileira para este ano: o Expectômetro da Amcham. A enquete apontou que 61% dos empresários esperam um crescimento da economia brasileira entre 2% e 3,5% em 2014. Site da Amcham traz matéria completa daqui a pouco.

Confira os principais destaques do painel de encerramento sobre os rumos da economia em 2014:

 “Um dos focos da General Eletric, em 2014, é enfrentar a complexidade da economia brasileira com foco em ganho em produtividade e competividade”, afirmou Reinaldo Garcia, da General Eletric

“Nos próximos 20 anos, a América Latina vai precisar de 3 mil novas aeronaves, sendo 45% delas no Brasil”, revelou Donna Hrinak, da Boeing

“Em médio e longo prazo, teremos um cenário favorável no Brasil, mas, 2014 será um ano desafiador”, contou Marco Stefanini, da Stefanini

“2014 representará um crescimento de 3,5% no consumo de aço no mundo. Nacionalmente projetamos um aumento de 4%, apesar do atraso nas obras de infraestrutura”, disse André Gerdau, da Gerdau

“A complexidade negativa do Brasil pode ser superada com o tamanho do mercado e as diversas oportunidades comerciais existentes”, disse Hélio Magalhães, do Citibank

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