DCI: Fluxo de comércio entre Brasil e EUA deve marcar US$ 60 bilhões em 2014, aponta CEO da Amcham

publicado 21/07/2014 15h17, última modificação 21/07/2014 15h17
São Paulo – Gabriel Rico falou da atual fase e perspectivas da relação bilateral em reportagem publicada hoje (21/07) no jornal
gabriel-rico-5523.html

O jornal DCI traz como destaque de capa da edição desta segunda-feira (21/07) entrevista com o CEO da Amcham, Gabriel Rico, analisando o atual momento das relações comerciais entre Brasil e os Estados Unidos.

Entre outros pontos, ele aponta que o fluxo comercial entre os dois países segue estável e com perspectiva de crescimento. “A estimativa para este ano é que o fluxo de comércio entre os dois países alcance US$ 60 bilhões", completa Rico. 

Confira abaixo trecho da reportagem:

Comércio do País com EUA sobe mesmo com conflitos diplomáticos

Paula Salati | SÃO PAULO

Os problemas diplomáticos entre o Brasil e os Estados Unidos não afetaram o fluxo de trocas e nem as relações comerciais entre os dois países, de acordo com o CEO da Câmara Americana de Comércio (Amcham) de São Paulo, Gabriel Rico, em entrevista exclusiva ao DCI. 

As denúncias de espionagem da Agência de Segurança Nacional (NSA) dos EUA ao Brasil, que vieram a público no ano passado, criaram tensão diplomática entre as duas nações. No entanto, para Rico, esse fato não teve impacto no comércio bilateral. 

"Comparando o primeiro semestre deste ano com o primeiro semestre do ano passado, o fluxo de comércio do Brasil com os EUA está praticamente no mesmo nível", diz. "O importante é que esse fluxo, além de estável, está alto, o que é muito bom. A estimativa para este ano é que o fluxo de comércio entre os dois países alcançe US$ 60 bilhões", completa. 

De acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento, da Indústria e do Comércio Exterior (Mdic), a corrente de comércio entre o Brasil e os Estados Unidos alcançou no primeiro semestre cerca de US$ 30 bilhões, enquanto no mesmo período de 2013 essa soma ficou em torno de US$ 28 bilhões. 

Mesmo não impactando o comércio bilateral, o CEO da Amcham comenta que boas relações diplomáticas fomentam mais negócios entre os países. "Toda vez que as relações diplomáticas ficam harmônicas, a tendência é que os negócios e o fluxo de investimentos entre países cresçam". 

 

 

registrado em: ,