Empresários comentam missão realizada pela Amcham; veja os depoimentos

por gustavo_galvao — publicado 28/06/2013 14h41, última modificação 28/06/2013 14h41
São Paulo – O aprendizado com o modelo americano foi o principal ponto apontado pelos executivos
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Entender o planejamento e a estrutura logística dos EUA. Essa foi a principal observação dos representantes de empresas que participaram Missão Prime de Infraestrutura e Logística, realizada pela Amcham entre os dias 10 e 14 de junho. A comitiva de executivos visitou as cidades de Houston, Dallas e Forth Worth, no estado do Texas, além de Atlanta e Savannah, na Geórgia.

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De acordo com eles, a missão permitiu um conhecimento mais abrangente do modelo americano de negócios, que tem como meta acelerar projetos e otimizar o setor. “No caso do aeroporto de Dallas, eles estão planejando agora o que pretendem fazer daqui a 12 anos, quando a estrutura chegar ao seu limite”, conta Ricardo Molitzas, diretor da Santos Brasil, que se juntou a representantes da Olex (Odebrecht Logística e Exportação), Cisa Trading, CEILOG (Grupo Totvs), Santander e os escritórios BM&A e Machado Meyer Sendacz e Opice Advogados.

Confira abaixo outros depoimentos dos empresários sobre essa experiência:

“O que me surpreendeu foi que as empresas americanas fazem um trabalho sério para vir ao Brasil. Elas estão pesquisando e identificando os gargalos antes de investir”, diz Felipe Videira, diretor de negócios da CISA Trading.

“A missão conseguiu reunir em uma única viagem, de forma objetiva e produtiva, as referências de operadores logísticos no mundo, seja em portos, aeroportos ou empresas”, diz Mauro Velloso Rehm, gerente geral da OLEX.

“Como nós temos problemas de infraestrutura no Brasil, me chamou a atenção o planejamento dos americanos em um curto espaço de tempo para resolver problemas de mobilidade de acesso”, explica Ricardo Molitzas, diretor da Santos Brasil.

“Voltamos com a sensação de dever cumprido, com novas ideias para otimizar e expandir os negócios”, conta Tiago Espellet Dockhorn, sócio do escritório Machado Meyer Sendacz e Opice Advogados.

“Apesar de não ter encontrado representatividade de potenciais investidores, a importância da missão foi o networking entre os agentes de cada instituição”, aponta Mauro Albuquerque, executivo sênior do Santander. 

“Como nós somos uma empresa de tecnologia, pudemos aprender novas práticas a partir do modelo do Georgia Tech [instituto de engenharia industrial da Universidade da Geórgia], pois eles trabalham com tecnologia e conhecimento de forma bem abrangente no ecossistema da logística americana”, afirma Ezequiel Gouveia Borges, diretor estratégico da CEILOG.

“Foi um grande prazer participar da missão, mas acho que seria importante incentivar ainda mais empresas, fundos e players que tenham interesse no Brasil”, afirma Carlos Frederico Luccheti Bingemer, sócio da BM&A (Barbosa, Müssnich & Aragão).


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