CEO da Amcham representa investidores em debate do Estadão com Eduardo Campos

publicado 26/05/2014 12h39, última modificação 26/05/2014 12h39
São Paulo – Gabriel Rico participou do encontro que debateu propostas para aumentar a competitividade e produtividade do Brasil
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Reforçando a posição de maior entidade empresarial multissetorial do país, a Amcham representou os investidores nacionais e globais na manhã de hoje (26/05) no encontro promovido pelo Grupo Estadão com o presidenciável Eduardo Campos.

O ex-governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB-PE), foi o primeiro a participar da série voltada para discutir questões econômicas com os pré-candidatos à presidência 2014. O CEO da Amcham, Gabriel Rico, e outros representantes dos investidores, participam do debate fazendo perguntas ligadas aos principais gargalos que comprometem a competitividade e produtividade da economia nacional na cadeia global de valor. 

Confira os principais trechos destacados pela equipe do serviço de Broadcast do Estadão:

  • 11h59

Fim da entrevista com Campos na série "Cafés da Manhã Estadão Corpora"

  • 11h46

Campos afirmou ter achado "natural" a declaração de apoio do ex-jogador de futebol Ronaldo à candidatura de Aécio Neves (PSDB). Em entrevista publicada nesta segunda-feira, 26, no jornal "Valor", Ronaldo declarou publicamente que apoiará o tucano.  

  • 11h35

Campos reforçou a proposta dele e da vice Marina Silva de renovar a política brasileira. Para Campos, o Brasil "não vai conseguir resolver o problema da governança se não resolver o problema político" e repetiu que, caso eleito, pretende romper com a troca de favores e cargos que se estabeleceu no presidencialismo de coalizão. 

  • 11h15

Campos disse que o "governo não ouve quem está precisando  

  • 11h09

Para o ex-governador, Dilma se entregou ao "novelo da velha política" 

  • 11h08

"Reformas não saem porque não afastamos os interesses imediatos dos envolvidos", disse Campos durante a série "Cafés da Manhã Estadão Corpora"  

  • 11h00

“Há uma vice-presidente que guarda esses valores de sustentabilidade, de meio ambiente, de valores dos produtos do campo no mundo. O setor não é uma ameaça, é uma grande oportunidade”, disse. Ele argumentou que houve muitas preocupações do setor com relação à primeira eleição de Lula e uma “surpresa agradável”, disse o ex-governador em alusão à Marina Silva. 

  • 10h46

Campos fez um discurso bastante duro com relação às decisões recentes de Dilma tomadas no setor energético, cujo comando, fez questão de ressaltar o pré-candidato, "vinha sendo realizado sob a batuta da atual presidente da República". Segundo ele, "nem mesmo se o País tivesse reunido talentos para dizer 'vamos complicar a economia', não encontraria gente com tanto talento para isso."

"Encontramos no setor de energia os maiores desafios e um quadro que se degradou de forma inesperada. Perdemos a governança e a capacidade de planejar. Desde os governos militares que tínhamos plano decenal, conselho de planejamento"

  • 10h33

"Tenho mais condições de dialogar mais com agronegócio por ter vindo do campo e ter Marina", disse o ex-governador durante a série "Cafés da Manhã Estadão Corpora" 

  • 10h31

"Não podemos tirar nossa aposta do consumo", disse Campos, segundo quem o consumo é importante ao País por uma questão de contínua inclusão, cidadania e pelo fator econômico, lembrando o expressivo crescimento do setor nos últimos anos. "Precisamos é cuidar de apoiá-lo (setor do varejo) com agenda macroeconômica do País e também com uma agenda direcionada ao setor". 

  • 10h24

Campos afirmou que há uma "ditadura no setor elétrico". Segundo ele, todas as decisões são tomadas por "Dilma e mais dois assessores".   

  • 10h23

Para Campos, planejamento no setor energético "foi abandonado"

  • 10h22

O ex-governador de Pernambuco afirmou que o presidencialismo de coalização precisa de um Estado que não atrapalhe, que remova um serviço de qualidade ao País. “Do ponto de vista institucional, precisamos de um governo de visão de Estado, de reforma, com transparência, com marcação de metas, de produtividade. Para termos segurança jurídica”, disse.

 

  • 10h17

Campos reafirmou que considera que o País teve avanços importantes nas últimas décadas, com estabilização da economia e inclusão social, mas que perdeu o rumo. "Claramente as pessoas vão apresentando um esgotamento com o padrão que está aí", disse, argumentando que, durante o ciclo de inclusão social, as pessoas relevavam os problemas de governança no Brasil. 

"Precisamos de uma agenda para recolocar o País no caminho de novas conquistas", disse o ex-governador de Pernambuco. Campos reafirmou ainda que um futuro governo seu não teria "preconceito" com o capital privado e faria um esforço para "animar" novos investimentos. 

  • 10h15

"Governo tem que ter visão institucional de Estado, de reforma, de produtividade", afirmou o pré-candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos, durante sua participação da série "Cafés da Manhã Estadão Corpora". 

    • 10h10

O presidente do Instituto do Desenvolvimento do Varejo (IDV), Flávio Rocha, pediu a Campos que, se eleito, faça um governo voltado para a manutenção da competitividade do varejo nacional. “O Custo Brasil é sempre comemorado pela economia clandestina. E a falta de competitividade é o retrocesso não só do varejo, mas da cadeia toda. Toda transformação política começa através da urna”, disse.

  • 10h05

Ao abrir sua fala, Campos diz que as pessoas apresentam "claro esgotamento" com o padrão atual. (Brodcast Político

  • 10h04

O presidente da Câmara Americana de Comércio (Amcham), Gabriel Rico, disse que o modelo econômico atual está "praticamente exaurido" e que o Brasil vive um momento de "dicotomia", sendo a sétima economia do mundo e apenas na 56ª posição em competitividade. Segundo ele, um caminho para ampliar o crescimento econômico brasileiro está no mercado internacional."Temos uma pífia participação no cenário mundial. Nossa relação com mundo externo é pequena", completou

  • 10h02

O vice-presidente de Assuntos Institucionais do Carrefour, Stephane Engelhard, disse que a principal demanda do empresariado é, atualmente, estabilidade jurídica. De acordo com ele, este fator é fundamental para que a iniciativa privada tenha confiança para investir no País. "O principal é ter um ambiente de estabilidade, com segurança jurídica", disse

  • 10h01

Em sua fala, o presidente do Instituto de Desenvolvimento do Varejo, Flávio Rocha, disse que gestão de Campos no governo de Pernambuco foi "transformadora". 

  • 09h58

O professor da UFRJ e diretor do Centro Brasileiro de Infraestrutura, Adriano Pires, afirmou que "o intervencionismo atrasa o Brasil no setor de energia" 

  • 09h58

Pouco antes de Campos chegar ao café, o presidente da Sociedade Rural Brasileira (SRB), Gustavo Diniz Junqueira, disse que a compatibilização de interesses entre o agronegócio e o meio ambiente é a principal demanda do setor rural para o próximo presidente. "O desafio é unir os interesses em prol do Brasil", disse. 

  • 09h44

Começa o café da manhã com o pré-candidato do PSB à Presidência, Eduardo Campos. O evento está sendo promovido pelo Estado e pela agência Corpora Reputação Corporativa. O encontro com empresários servirá para que Campos exponha suas propostas relacionadas à economia.