Quais os limites e desafios da relação público-privada?

publicado 28/04/2014 15h00, última modificação 28/04/2014 15h00
São Paulo – Seminário de Relações Governamentais da Amcham reuniu BRF, Intel, Bayer e Interfarma. Confira os destaques
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O Seminário de Relações Governamentais da Amcham – São Paulo realizado na segunda-feira (28/4), reuniu representantes das empresas BRF, Intel e Bayer, o deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP) e o presidente da Interfarma (Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa), Antonio Britto, para falar dos desafios e limites colocados pela necessidade de maior interlocução público-privada.

 Leia alguns destaques:

 “Precisamos de lideranças e pontes. As empresas podem contribuir para o debate presidencial embasado em grandes projetos de nação, porque participam de lugares que produzem conhecimento e riqueza, além de distribuir renda e empregos”, deputado federal Cândido Vaccarezza (PT-SP).

“Temos obrigação de defender interesses específicos, mas também de ajudar a construir uma agenda que privilegie o bem coletivo”, Antonio Britto, presidente da Interfarma.

“A atividade de relações governamentais é cada vez mais necessária, diante de governos que atuam tanto como agente fomentador da atividade privada, mas também como criador de políticas públicas restritivas”, Guilherme Farhat, diretor-presidente da Semprel – Consultoria Empresarial e Política.

 “À medida que o governo perde a capacidade de se adaptar às mudanças, o setor privado é cada vez mais acionado”, Christian Lohbauer, vice-presidente de relações governamentais da Bayer.

“Temos que ter demandas mais claras e relacionamentos que permitam o diálogo maduro com o governo e entidades de classe. Sinto falta de empresas e setores atuarem juntos em temas complexos”, Marcos Jank, vice-presidente global de Assuntos Governamentais da BRF.

“Não se deve ter medo de ser claro e assertivo. É democrático transparecer opiniões e apontar aspectos positivos e negativos”, Fernando Loureiro, diretor de relações governamentais da Intel.