400 empresários analisaram as perspectivas para 2015 na sede da Amcham

publicado 30/09/2014 13h32, última modificação 30/09/2014 13h32
São Paulo - Confira destaques do Seminário Brasil 2015 que reuniu os principais representantes da iniciativa privada do País
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A Amcham – Brasil discutiu na terça-feira (30/9) o que esperar para a economia e a atividade comercial no próximo ano no “Seminário Brasil 2015: Perspectivas para o País”, na sede da entidade em São Paulo

 O evento contou com representantes dos principais setores econômicos nacionais. Confira os principais destaques:

 "Após este processo de reequilibro cíclico, tenho plena certeza que voltamos a crescer. A retomada deve começar a mostrar força a partir do segundo semestre de 2015, independente de governo eleito", Caio Megale, economista Sênior do Itaú Unibanco

“Em 2015, no mercado de petróleo e gás, viveremos incertezas enquanto as interferências do governo na Petrobras e a participação privada nos investimentos.

“Projetamos um crescimento de 1,5 no próximo ano, o mesmo esperado para 2014”, Eduardo Zaidan, vice-presidente de Economia do Sindicato da Indústria da Construção Civil/Sinduscon

“Ninguém será líder no mundo, se não for líder no Brasil...Hoje, uma das nossas preocupações é a inflação. Ela corrói as relações com fornecedores, clientes e funcionários”, Armando Valle, vice-presidente de Relações Institucionais da Whirpool

“Não tem cabimento o país exportar impostos. Precisamos rever os custos tributários da cadeia de comércio exterior”, Suely Agostinho, diretora de Assuntos Governamentais e Corporativos da Caterpillar

“O paciente brasileiro deve ser beneficiado com as inovações farmacêuticas no mesmo ritmo global. Para isso, é preciso desburocratizar o processo de novos registros de medicamentos”, Orlando Vitor da Silva, diretor de Assuntos Corporativos e Regulatórios da Lilly do Brasil

“A taxa de crescimento do varejo brasileiro deve fechar 2015 com expansão entre 5,5% e 6%”, Fernando de Castro, vice-presidente do Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV)

”No mercado de consumo de energia elétrica, 2015 deve representar um crescimento entre 3 e 3,5%”, Nelson Fonseca Leite, presidente da Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica(Abradee) 

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