Brasil manterá ou ampliará atratividade de investimento estrangeiro em 2013, mostra pesquisa Amcham

por marcel_gugoni — publicado 09/10/2012 15h07, última modificação 09/10/2012 15h07
São Paulo – Sondagem ouviu altos executivos em várias regiões brasileiras e apontou também prioridades para País avançar em comércio exterior.
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No próximo ano, o Brasil se tornará mais atrativo a capitais externos ou pelo menos manterá a atratividade, acreditam empresários ouvidos por pesquisa Amcham divulgada nesta terça-feira (09/10) durante a Business Round Up em São Paulo.

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Uma parcela de 44% dos consultados diz que o Brasil apresentará performance semelhante à de 2012 e não sofrerá alterações no ranking mundial de investimentos estrangeiros, e outros 36% afirmam que o País será o mais atrativo destino dos investidores estrangeiros globais, em função de questões como o mercado interno aquecido e a realização da Copa do Mundo e das Olimpíadas em 2014 e 2016. Um grupo menor, mas significativo, de 20%, considera que o Brasil perderá atratividade para os investidores estrangeiros globais por conta de deficiências de competitividade.

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Para a sondagem, a Amcham ouviu, em parceria com o Ibope, 214 altos executivos de empresas de variados portes em diversas regiões do País entre os dias 19 e 26/09.

Prioridades de comércio exterior

O estudo da Amcham mostra também a percepção do empresariado a respeito de prioridades para a evolução do comércio exterior. A questão primordial, apontada por 65% dos ouvidos, é o Brasil buscar aproximação com economias já consolidadas, como Estados Unidos, Alemanha e China. Em seguida, com 55%, vem a proximidade com emergentes, a exemplo de Rússia, Índia, África do Sul e México.

O empresariado defende também o aumento do número de acordos multilaterais (39%) e bilaterais (34%), a implementação de um banco de fomento à importação e à exportação (36%) e, em menor escala, o fortalecimento do Mercosul.

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Questionados sobre os mercados-alvo das empresas, os executivos sinalizam que têm ou pretendem estabelecer relações comerciais com os EUA (49%, uma evolução de 9 pontos percentuais em relação ao que indicaram na pesquisa do ano passado), a América Latina (16% versus 42% em 2011), o Mercosul (39%, uma queda de 5 pontos percentuais na comparação com os resultados de 2011) e a China (22% contra 21%).

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