Case Gupy: 3 passos práticos para ter um processo de recrutamento de sucesso

publicado 01/10/2021 14h34, última modificação 01/10/2021 14h34
Tecnologia, processos e cultura é a tríade que promete transformar a maneira como os processos seletivos são feitos dentro da sua empresa
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Case Gupy: Inteligência Artificial garante mais agilidade, eficiência e equidade ao setor de RH

Não é novidade dizer que a tecnologia tem se tornado uma aliada cada vez mais estratégica para as organizações, contribuindo para agilizar processos, otimizar a produtividade dos colaboradores e melhorar resultados. No setor de Recursos Humanos –  uma área historicamente operacional e metódica –,  a transformação digital deixou de ser apenas uma tendência, e se tornou uma realidade.

Muito além da simples aquisição de equipamentos ou presença na internet, a transformação digital no RH engloba mudanças na gestão, nos processos e na forma como a instituição se posiciona diante dos desafios do setor. No episódio da semana, convidamos Mariana Dias, CEO e fundadora da Gupy, para falar sobre um dos maiores desafios das empresas atualmente: o recrutamento de novos talentos.

Além disso, contamos com a participação especial de Thiago Menezes, Talent Acquisition da Embraer, como especialista. Você pode conferir os detalhes, alegrias e ciladas desse papo no último episódio do nosso podcast ‘Um Case pra Chamar de Seu’, disponível em todas as plataformas digitais.

O CASE GUPY: PROCESSOS JUSTOS E ÁGEIS

Contratar novos colaboradores de forma inteligente é um dos maiores desafios de uma empresa – e a maioria ainda recebe currículos em papel. Com a chegada da Gupy ao mercado, o processo burocrático, demorado e passível de erros ficou no passado, dando lugar a uma experiência ágil, justa e encantadora para recrutadores e candidatos.

Ao desenvolver a primeira e a mais eficiente Inteligência Artificial para recrutamento e seleção do país, a startup disponibiliza métricas, dados e indicadores, em tempo real e em um único software. “Mas nós não queríamos ser apenas uma ferramenta para automatizar o processo, queríamos torná-lo mais justo. Por isso, decidimos usar inteligência artificial desde o primeiro dia”, conta a CEO e fundadora da startup. 

“A nossa premissa era ‘somos humanos, cheios de vieses inconscientes e no processo seletivo mais ainda.  Como ser justa, com uma pilha de milhões de currículos para uma vaga, e olhar de forma humana todos os candidatos?”, diz. Com a ajuda da tecnologia, a Gupy é capaz de blindar vieses inconscientes e treinar seu algoritmo para aprender com os padrões de comportamento de determinada companhia, sem fazer nenhuma diferenciação entre aspectos que podem impactar a diversidade. 

Apesar da facilidade no dia a dia, é um engano pensar que a tecnologia, isoladamente, constitua um fator disruptivo capaz de solucionar os desafios das empresas. O que faz dela algo inovador na hora do recrutamento é a sua combinação com processos e cultura organizacional. Mas como colocar essa tríade em prática e transformar a maneira como os processos seletivos são feitos dentro da sua empresa? 

 

1- TECNOLOGIA COMO ALIADA

Independentemente do tamanho de uma empresa, é fundamental que haja um processo de recrutamento e seleção bem estabelecido na companhia. No futuro, cada vez mais empresas usarão Inteligência Artificial para escanear currículos, agendar entrevistas e enviar e-mails, melhorando ainda mais a experiência do candidato e revelando mais sobre o futuro dos funcionários – como prosperam e seus desafios, criando uma definição de perfil mais completa e complexa.

“O processo de recrutamento tem um volume gigante de dados e não é possível tratar as pessoas de forma humana sozinho. Concentrando o ativo mais importante das organizações, o RH precisa de ajuda para investir seu tempo em coisas mais estratégicas e a tecnologia como esse aliado”, diz Mariana Dias. 

 

2- DESENHAR BONS PROCESSOS

Contratar uma boa ferramenta para analisar e melhorar o processo de recrutamento, no entanto, não é o suficiente. “Recrutamento e seleção não é só tecnologia. Se uma empresa contrata a Gupy, mas insere 20 etapas na seleção pode gerar insatisfação por parte dos candidatos e até perder talentos”, alerta Mariana, 

Por isso, ao investir em uma solução focada no RH, é preciso destinar esforços para desenhar uma estratégia sólida e bons processos. 

SAIBA MAIS: Case Kordsa: 4 dicas para ser um case de sucesso em gestão de pessoas

 

3-    MINDSET E CULTURA 

Com a ajuda da tecnologia e processos bem estruturados, o RH é capaz de investir mais tempo em ações estratégicas: cultura organizacional, treinamentos e employee experience. “A empresa precisa ter uma cultura de atração e retenção de talentos, porque candidatos são usuários e podem ser detratores da marca se não tiverem bons processos seletivos. Se você entende que os talentos são os bens mais estratégicos da corporação e que são deles que nascem as grandes inovações, a tecnologia vem para te ajudar para que você consiga contratar os melhores talentos e que eles queiram todos os dias ficar na sua empresa”, diz a CEO da Gupy. 

Além disso, a cultura pode ser grande aliada na hora de ajudar gestores a eliminar e passar por cima dos vieses inconscientes. Afinal, de nada adianta ter uma tecnologia que elimina ideias pré-estabelecidas, se na hora da entrevista o gestor barra a diversidade por falta de treinamento.

Confira outras dicas de Mariana Dias e Thiago Menezes no episódio bônus do ‘Um Case pra Chamar de Seu’ e fique por dentro dos bastidores do mundo corporativo.

 

UM CASE PARA CHAMAR DE SEU

Você já conhece o nosso podcast? No Um Case pra Chamar de Seu, nós convidamos CEOs, empreendedores e especialistas de todo o Brasil para conversar sobre negócios, gestão de pessoas e inovação com transparência e leveza.

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