Empreendedor tem que ter atitude pessoal e profissional, diz músico da banda Skank e investidor

publicado 01/06/2018 14h29, última modificação 01/06/2018 16h24
Belo Horizonte – Para o tecladista Henrique Portugal, acreditar no negócio é o começo de tudo
Henrique Portugal

Henrique Portugal (de microfone): principal atitude do empreendedor é acreditar no negócio

“O Brasil não é um país para amadores. É necessário atitude pessoal e profissional para avançar nos projetos.” A afirmação de Henrique Portugal, tecladista da banda Skank e investidor da Confrapar e Pleimo, resumiu as discussões de um dos painéis do seminário de empreendedorismo ‘As várias facetas do empreendedor na Capital’ da Amcham-Belo Horizonte, realizado em 23/5.

Portugal foi o apresentador e moderador dos painéis de discussão. “Mais do que atitude, você precisa acreditar no próprio negócio”, acrescenta, no debate dedicado à atitude que um empreendedor deve ter. Além dele, inovação e resiliência foram as três características discutidas no evento.

No painel de Atitude, participaram Fernanda Chagas, sócia fundadora do Duke’n’Duke e Fernando Dias, presidente da Master Turismo. Ambos compartilharam a importância do posicionamento de negócios.

A inovação, tema do painel seguinte, é uma questão urgente de negócios em Minas Gerais. "É uma questão de sobrevivência e não precisa pedir permissão para acontecer", define Rodolfo Zhouri, gerente do Hub Minas Digital.

Também participaram Tomás Duarte, CEO da startup Tracksale, e Bruno Scolari, coordenador geral do SEED. Para os painelistas, Minas Gerais precisa se reinventar e essa inovação precisa acontecer de uma forma organizada dentro do ecossistema mineiro.

O painel dedicado à resiliência trouxe experiências de Ricardo Gontijo, CEO da Direcional e Clemente Faria, diretor administrativo do Grupo Bamaq. Para Gontijo, o ponto chave para os negócios é trabalhar de maneira conservadora. “Não conseguimos prever tudo que vai acontecer, por isso temos que dar um passo de cada vez”, comenta. Estar próximo ao cliente e dominar outro idioma, como o inglês, também ajudam a se estabelecer.

Faria também citou a proximidade com o cliente e também a capacidade de planejar e se adaptar ao imprevisto. “Para todos os negócios que fazemos, temos um plano A, B e C. E evitar que a ‘vaca vá para o brejo’ exige planejamento e preparo.”

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