Inovação vem de olhar para o mundo e mudar a vida das pessoas, dizem CEOs da Serasa Experian e Sankhya

publicado 28/06/2019 11h11, última modificação 25/07/2019 15h26
Uberlândia – Também participaram do CEO Fórum os líderes da Bayer Crop Science, Duratex e Rede Asta
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José Luiz Rossi, CEO da Serasa Experian no CEO Fórum de Uberlândia

Se as empresas não olharem para as evoluções do mundo e buscarem melhorar a vida das pessoas, não vão conseguir inovar. Essa afirmação é de Felipe Calixto, CEO da Sankhya Gestão de Negócios, ao abrir o nosso CEO Fórum de Uberlândia, em 18/6. “De nada adianta o tempo que gastamos com nosso negócio se olharmos apenas para ele, vendo apenas o que estamos evoluindo sem comparar as evoluções do mundo.”

Mesmo atuando em um ramo onde as pessoas não são o cliente final, José Luiz Rossi, CEO da Serasa Experian, disse que o foco deve ser esse. “A inovação da empresa foi deixar de atender apenas outras empresas e começar a atender pessoas, gente que não sabe como está sua situação e precisa saber”, explica.

Por sua vez, Calixto defende que toda mudança deve ter como motivação facilitar a vida das pessoas. “A inovação, quando tratada de forma diferente do que estamos acostumados a vivenciar, nos ajuda a desenvolver melhor equipes, empresas e até mesmo a sociedade.”

Já tradicional em Uberlândia, o CEO Fórum chega a sua 13ª edição e se consolida como o grande evento de networking e conteúdo empresarial da região. Também participaram os CEOs Rodrigo Santos (Bayer Crop Science), Antônio Joaquim Oliveira (Duratex) e Rachel Schettino (Rede Asta). Cerca de 300 executivos acompanharam os debates.

O cliente final é sempre o foco

Para voltar a se comunicar com o consumidor, a Serasa Experian decidiu mudar. “Foi daí que nasceu a solução digital. Foi o momento que deixamos de ser B2B (negócios entre empresas) para nos tornarmos B2B2C (negócios entre empresas, mas voltado ao consumidor final)”, disse Rossi.

O desafio da Duratex é tornar as suas diversas marcas mais conhecidas do público, conta Oliveira. “Foi fazer as pessoas entenderem que as várias marcas que a Duratex possui fazem parte de uma única empresa. Pois é fácil mudar algo que não está bom, mas é muito difícil mudar algo que já está funcionando muito bem e estava tudo muito bem, mas cada um em seu setor.”

Santos explanou como a tecnologia é essencial para produzir mais alimentos nas mesmas áreas já usadas atualmente. “O desafio é produzir muito, de forma sustentável, no mesmo espaço. Hoje a transformação digital permite que um produtor mensure seu solo por metro quadrado e faça análises de produção e correções, isso era impensável a 20 anos atrás.”

Se não dá para ser a maior, que tal ser a melhor?

Schettino é uma das fundadoras de um negócio social que tem o objetivo de impulsionar artesãs e transformá-las em empreendedoras. Ela conta que a Asta só existe por conta da inovação de suas artesãs e por acreditar no potencial dessas pessoas que a empresa chegou ao patamar de instituto e empresa.

 

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