Na avaliação de headhunter, secretárias executivas exercem funções de gestão

por giovanna publicado 27/09/2011 15h25, última modificação 27/09/2011 15h25
Curitiba – Segundo Bernt Entschev, presidente da De Bernt Entschev, essas profissionais têm papel fundamental, influenciando diretamente as organizações.
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O papel da secretária executiva é hoje fundamental dentro das organizações. Na avaliação do headhunter Bernt Entschev, essas profissionais exercem verdadeiras funções de gestão.

“Uma secretária executiva é, definitivamente, uma executiva, capaz de administrar e influenciar a organização”, afirmou Entschev, presidente da De Bernt Entschev, que fez palestra no comitê de Secretariado Executivo da Amcham-Curitiba nesta terça-feira (27/09).

Para Entschev, as secretárias devem ter grande habilidade comunicativa, além da capacidade de liderar e ser lideradas, “uma vez que lidam simultaneamente com diretores e com subordinados”.

Também é esperada dessas profissionais uma boa formação educacional, prioritariamente nos cursos superiores de Administração e Secretariado Executivo. Há necessidade também de domínio de uma língua estrangeira. “É preciso saber comunicar globalmente. Hoje, para ser uma secretária executiva, com certeza é preciso ter o domínio de uma segunda língua, geralmente o inglês.”

Entschev ainda indicou o conhecimento das novas tecnologias, a constante atualização e a capacidade de aprendizado como características importantes a serem desenvolvidas. Segundo ele, uma profissional qualificada, em empresas de grande e médio portes, pode ganhar em média de R$ 7 mil a R$ 8 mil.

Carreira

Na análise do headhunter, o mercado de trabalho para secretárias está aquecido e há, por parte das empresas, intensa busca por profissionais qualificadas. Para ele, nessa área profissional, a formação e o crescimento profissional ocorrem essencialmente dentro das próprias companhias, em especial porque essas profissionais precisam ter grande conhecimento da cultura organizacional.

“Normalmente, as secretárias executivas nascem dentro das próprias empresas, num período que pode levar de dois a oito anos”, concluiu.

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