Para CFO da Avianca, executivo financeiro mudou de “destruídor” para “viabilizador” da inovação

publicado 10/12/2015 15h35, última modificação 10/12/2015 15h35
São paulo - Carolina Abreu explica, em vídeo, o novo papel do CFO e como deve ser atuação global deste profissional
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“Antigamente, o CFO era conhecido como aquele que ia dizer não às novas ideias, ser o destruidor delas. Hoje não. Justamente porque ele tem uma visão mais ampla do negócio do que se tinha antigamente, o papel é de viabilizar a inovação”, afirma Carolina Abreu, CFO da Avianca.

Ela participou do Comitê de Finanças sobre a importância da área de finanças na inovação, realizado na quarta-feira (09/12), na sede da Amcham Brasil, em São Paulo. No evento, a executiva financeira explicou que, atualmente, o CFO deve ter uma visão além da área financeira.

“O conhecimento de negócio e a inovação, dentro da própria empresa, e em relação ao mercado são pontos cruciais para garantir o crescimento e perpetuidade da companhia. Mas claro que, com a consciência financeira. Portanto, o CFO tem um papel bastante interessante e desafiador de buscar o equilíbrio entre a eficiência de custo e a promoção da inovação”, falou.

Se a visão do CFO teve de ser ampliada ao longo do tempo para acompanhar as necessidades da função, os CFOs globais devem estar ainda mais atentos aos mercados de atuação de sua empresa.

“O CFO global precisa ter skills a mais do que aquele tem uma atuação local. Pois, além de ter a visão do negócio e do mercado onde aquele negócio está inserido, ele precisa ter o entendimento das especificidades de outros mercados onde a empresa dele está atuando”, conclui Carolina Abreu.

 

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