Setores que apostam em TI e inovação lucram em média 26% a mais, diz Sílvio Meira

publicado 19/10/2015 14h16, última modificação 19/10/2015 14h16
Recife - No ciclo de TI da Amcham, especialistas afirmaram que empresas que não se adaptarem à internet das coisas devem desaparecer nos próximos anos
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Negócios que apostam em inovação em TI lucram em média 26% a mais e têm faturamento 9% maior, em comparação com empresas que  investem pouco em TI. Os dados são do fundador do Porto Digital, Sílvio Meira, referência no assunto, que participou na manhã de hoje (15/10) do Ciclo de Decisões de TI da Câmara Americana de Comércio (Amcham) do Recife, cujo tema nesta edição foi “A influência da TI na competitividade das organizações”.

Conforme conta Meira, os setores produtivos com maior arcabouço tecnológico são as empresas de alta tecnologia (como Microsoft, Google etc), seguidos do ramo de varejo e do bancário. Já as indústrias de manufatura e farmacêuticas estariam atrasadas nesse contexto.

Para o especialista, investir em tecnologia atualmente não é um diferencial, mas uma necessidade para a manutenção das empresas no mercado. Isso se deve, sobretudo, à internet das coisas (tendência do mercado de conectar praticamente todos os itens usados no cotidiano à internet). “É preciso estar preparado para a internet das coisas antes que seja tarde demais. Em 30 anos ela vai revolucionar o mercado como conhecemos, com impactos trilionários na economia.”

O diretor de arquitetura de soluções enterprise da HP, Antônio Mariano, que também marcou presença no evento da Amcham, concorda em relação à necessidade de se adaptar às novas tendências do mercado. “Atualmente, há 1 dispositivo móvel para cada 3 pessoas. Em poucos anos, haverá 3 dispositivos para cada indivíduo. Isso acarretará em mudanças drásticas para as pessoas e as empresas.”

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