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7 tendências de ESG e diversidade para 2022

publicado 16/03/2022 19h26, última modificação 14/08/2022 14h26
Confira 7 tendências de ESG e diversidade para 2022. Continue a leitura e saiba mais!
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O movimento ESG, sigla que significa Environmental, Social and Governance, podendo ser traduzida para “Ambiental, Social e Governança", veio para ficar no país, uma vez que diversas organizações buscam ser sustentáveis para atender às novas demandas de mercado. 

Vale ressaltar que a pandemia de Covid-19 ocasionou diversas mudanças nas relações de trabalho. Por essa razão, existem ainda mais preocupações com as questões sociais, ambientais e de usos de dados. Continue a leitura e conheça 7 tendências de ESG e diversidade para 2022

 

1. Aumento da quantidade de empresas adeptas ao Pacto Global da ONU 

O Pacto Global consiste em uma chamada para que as instituições tenham estratégias e ações que garantam o cumprimento dos 10 princípios universais nas áreas de Direitos Humanos, Meio Ambiente, Anticorrupção e Trabalho. O principal objetivo é que os negócios consigam ajudar a sociedade a enfrentar os diversos desafios nessas áreas.

A Rede Brasil do Pacto Global da ONU chegou a apresentar diversos signatários, mesmo durante a pandemia. Isso porque a sustentabilidade deixou de ser apenas um conceito e passou a ser parte estratégica de muitos negócios. 

Para participar do Pacto Global, as instituições precisam seguir 10 princípios presentes nele, sendo que eles foram derivados da Declaração Universal dos Direitos Humanos e de diversos documentos da ONU.

É importante mencionar que São Paulo é um dos estados que concentram grande parte dos signatários. Isso mostra a preocupação dos empreendedores com os recursos naturais e com a sociedade, visto que é uma região que concentra grandes indústrias, além de um número alto delas. 

 

2. Combate à emissão de gases poluentes do efeito estufa 

Uma das tendências de ESG é o combate à emissão de gases poluentes do efeito estufa, visto que eles podem fomentar diversos problemas ambientais como, por exemplo, o aquecimento global. Um dos maiores desafios do Brasil é manter a temperatura média do planeta. Por esse motivo, os investidores estão querendo transformar a emissão de gases em negócio. 

Diversas indústrias do Brasil apresentam importantes metas ambientais, sendo que aquelas que conseguirem reduzir a emissão de carbono ganharão um crédito e terão o direito de vender o excedente do gás. O principal objetivo é fazer com que as empresas descarbonizem.

 

3. Incentivo ao investimento em negócios de impacto social 

Outra das principais tendências de ESG para 2022 é o investimento em empresas de impacto social, isto é, aquelas que são capazes de gerar uma interferência positiva na sua comunidade. Tais empresas precisam conseguir gerar renda compartilhada e proporcionar autonomia financeira para cidadãos de baixa renda e aumentar as perspectivas de pessoas à margem da sociedade. 

Para que as empresas possam fazer isso, os projetos devem ser criados considerando a viabilidade econômica da intervenção, com fundamento em estratégias e modelos de negócios. 

É primordial gerar impacto social, pois os consumidores estão cada vez mais conscientes das ações das empresas e buscam marcas ou produtos que auxiliem a sociedade de alguma forma. Além do mais, ao produzir impacto social, sua empresa tem mais chances de atrair e reter talentos. Muitos indivíduos se sentem motivados e buscam exercer sua profissão em empresas que têm essa preocupação. 

Gerando impacto social a sua empresa consegue:

- criar um clima de cooperação dentro e fora do ambiente de trabalho;

- melhorar o posicionamento e reconhecimento da marca;

- elevar a vantagem competitiva da companhia;

- aumentar a movimentação da economia local;

- estimular o envolvimento dos profissionais com o negócio.

 

4. Crescimento de captação em ativos ESG no mercado de capitais

Os investidores terão mais facilidade em aplicar em ativos ESG, já que é algo que está crescendo de forma significativa no país.

Os consumidores estão conscientes da atual necessidade de se preocuparem com as causas ambientais e sociais. Buscando atender a esta demanda, espera-se que diversas empresas e empreendedores criarão mais produtos que garantam maior sustentabilidade.  Por isso, é fundamental buscar estratégias que diminuam o desperdício, incentivem a conscientização a respeito dos recursos naturais e impeçam atividades prejudiciais ao meio ambiente. 

 

5. Surgimento e ampliação de comitês de diversidade e inclusão nas organizações 

Toda empresa precisa ter pautas a respeito da diversidade e da inclusão, já que para conseguir se destacar da concorrência e conseguir reter talentos, é crucial inserir programas direcionados para a composição de equipes mais diversas e, assim, construir um ambiente inclusivo. Além disso, essa diversidade também gera inovação.

Dessa maneira, a criação e a ampliação de comitês de diversidade e inclusão são ações essenciais para gerenciar e impulsionar os negócios, uma vez que eles são constituídos por membros diversos para promover mudanças culturais nas instituições. 

Em geral, os grupos se reúnem regularmente para pensar em boas estratégias e acompanhar o que está sendo feito na companhia para que essa pauta tenha sucesso. Logo, o comitê apresenta um papel primordial e pode contribuir significativamente para que a empresa alcance seus objetivos em relação às medidas em favor da diversidade e da inclusão.

 

6. Sustentabilidade na cadeia de valor 

Uma das tendências de ESG é a sustentabilidade na cadeia de valor, algo essencial para as organizações que desejam se destacar no tema. Ela diz respeito à conscientização não apenas das iniciativas sustentáveis da própria empresa, mas também à utilização de parceiros e fornecedores que possuam filosofias sustentáveis compatíveis com a organização.

Para conhecer algumas iniciativas para garantir a sustentabilidade na cadeia de valor na sua empresa, leia o nosso artigo sobre o tema.

 

7. Intensificação de estratégias de Compliance e Proteção de Dados

As empresas precisam tratar corretamente todos os dados que envolvem terceiros, já que isso é determinado pela Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD) - Lei n. 13.709/2018. Para que isso aconteça de maneira eficiente, é necessário determinar uma cultura organizacional que proteja os dados da organização no ambiente digital. 

Saiba que a Lei entrou em ação em setembro de 2020 e deve ser respeitada tanto pelas instituições nacionais quanto aquelas que apresentam sede fora do país, mas que realizam operações de dados no Brasil.  

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